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Parceria e avaliação de conformidade ESG entre empresa e fornecedor industrial.

IFRS S1 e S2 em vigor: sua empresa está preparada para o novo reporte financeiro?

A nova era do reporte financeiro e de sustentabilidade já é uma realidade no Brasil. Desde 1º de janeiro de 2026, a Resolução CVM 193, que internaliza os padrões IFRS S1 e S2, está em vigor, transformando fundamentalmente como as empresas devem comunicar suas informações ao mercado. A fusão entre a performance financeira e a gestão de riscos e oportunidades climáticas e de sustentabilidade deixou de ser uma tendência para se tornar uma obrigação.


Muitas empresas, agora sob a nova regra, percebem que o desafio vai muito além da contabilidade. Os dados exigidos por essas normas não nascem nas planilhas financeiras, eles são gerados no campo, nas operações, na análise de bacias hidrográficas, nos inventários de emissões e na avaliação de cenários climáticos. Neste exato momento, a expertise técnica de uma consultoria ambiental é indispensável para garantir um reporte de sustentabilidade ISSB robusto, auditável e estratégico.

A sustentabilidade já fala a língua do mercado

Para navegar neste novo cenário, é crucial entender o que cada norma exige das empresas agora:

  • IFRS S1 – Requisitos gerais para divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade: Determina a base para que as empresas comuniquem aos investidores os riscos e oportunidades de sustentabilidade que enfrentam no curto, médio e longo prazo.
  • IFRS S2 – Divulgações relacionadas ao clima: Exige informações específicas e detalhadas sobre os riscos e oportunidades relacionados ao clima, como os riscos físicos (eventos climáticos extremos) e os de transição (mudanças regulatórias, tecnológicas e de mercado).

 

Com a Resolução CVM 193 em plena aplicação, os dados gerados ao longo de 2026 já devem ser coletados e gerenciados sob esta nova ótica, pois serão a base para os relatórios que serão publicados em 2027. Para as empresas que ainda não iniciaram sua adaptação, a urgência é máxima.

A ponte entre o técnico e o financeiro

O desafio central do IFRS S1 e S2 Brasil é quantificar e traduzir dados técnicos em impacto financeiro. Um contador sabe como registrar a depreciação de um ativo, mas como ele pode, neste momento, calcular o risco de desvalorização desse mesmo ativo devido à sua localização em uma área com projeção de estresse hídrico severo para os próximos 10 anos?

É nesse ponto que a sinergia com a consultoria ambiental se mostra crítica. A conformidade com as regras vigentes exige uma base de dados técnicos que incluem, entre outros:

  • Inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE): Medição precisa dos Escopos 1, 2 e, crucialmente, do Escopo 3 (cadeia de valor), que continua sendo o mais complexo.
  • Análise de riscos climáticos físicos: Mapeamento de ativos em áreas vulneráveis a enchentes, secas, deslizamentos e outros eventos extremos.
  • Análise de riscos de transição: Avaliação do impacto de uma iminente taxação de carbono, da mudança na demanda do consumidor por produtos de baixo carbono ou da obsolescência de tecnologias.
  • Métricas de consumo de recursos: Dados detalhados sobre o uso de água e energia e a estratégia para sua gestão.

Sem esses levantamentos técnicos, qualquer reporte financeiro se baseia em estimativas frágeis, correndo o risco de não atender ao rigor exigido por auditores e investidores, o que pode gerar passivos e desconfiança.

Análise de dados e checklist de critérios para qualificação de fornecedores ESG.

O papel estratégico da consultoria ambiental na conformidade contínua

Uma consultoria especializada atua como o elo que conecta a engenharia e a biologia à contabilidade e às finanças. O trabalho é contínuo e envolve:

  1. Diagnóstico e coleta de dados auditáveis: Realizar inventários, laudos e estudos de campo com metodologias reconhecidas, garantindo que a informação-base seja precisa e defensável em uma auditoria ambiental e financeira.
  2. Tradução de riscos em impacto financeiro: Modelar cenários que demonstrem como um risco climático afeta o balanço. 
  3. Estruturação da governança: Ajudar a consolidar os processos internos para que a coleta e análise de dados de sustentabilidade se tornem rotineiras e integradas à gestão de riscos da empresa, como exige o IFRS S1.
  4. Definição de estratégias e metas: Com base nos riscos e oportunidades identificados, a consultoria auxilia na definição de metas de descarbonização, planos de adaptação e projetos de economia circular que não apenas garantem o compliance, mas geram valor ao negócio.

FORTE: sua parceira na era do reporte de sustentabilidade

Neste novo cenário regulatório, a conformidade com o IFRS S1 e S2 não é mais uma opção, mas uma exigência para a competitividade e a perenidade do negócio. Tentar navegar por essa jornada sem o suporte técnico adequado é colocar em risco a credibilidade do seu reporte financeiro e a confiança dos seus investidores.

Na FORTE Desenvolvimento Sustentável, unimos a expertise técnica em meio ambiente com um profundo conhecimento das demandas do mercado e das regulações vigentes. Nossa consultoria em ESG está preparada para ser o braço técnico que sua equipe financeira precisa para atender à Resolução CVM 193 com segurança e excelência.

Desde a elaboração de inventários de GEE até a análise de riscos climáticos complexos, transformamos dados ambientais em insights financeiros estratégicos.

Não deixe sua empresa ficar para trás. Garanta a conformidade e a competitividade do seu negócio no cenário atual.

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